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Congresso Luso-Brasileiro de Relações de Trabalho encerra atividades

Hoje, dia 30, o presidente do Sindireceita, Thales Freitas, moderou o painel que tratou da Governança Estratégica de IA no Setor Público

30 de abril de 2026 às 14:17
Atualizado: 30 de abril de 2026 às 15:23

Na data de ontem, dia 29, o 1º Congresso Luso-Brasileiro de Relações do Trabalho e Modernização da Administração Pública contou com a exposição de quatro painéis, os quais versaram sobre negociação coletiva no serviço público, modelos de recrutamento e gestão de pessoas na administração pública, condições de trabalho no serviço público e o serviço público do futuro.

Dentre os palestrantes, o Congresso contou com a presença de ministros e secretários de Estado de Portugal e do Brasil, além de estudiosos sobre o tema. O secretário de Relações de Trabalho do MGI, José Feijóo, foi um dos palestrantes, discorrendo sobre o projeto de lei de regulamentação da Convenção 151 da OIT, bem como sobre o processo negocial desenvolvido nos últimos três anos por meio da Mesa Nacional de Negociação Permanente.

Hoje, dia 30, o presidente do Sindireceita, Thales Freitas, moderou o painel que tratou da Governança Estratégica de IA no Setor Público.

Uma das grandes preocupações girou em torno dos impactos que a Inteligência Artificial pode causar nas relações de trabalho e no serviço público. Por um lado, a IA pode representar um motor de incremento para a eficiência, transparência e produtividade, além de poder atuar como um importante redutor de custos, tanto para o Estado quanto para o empregador da iniciativa privada.

No entanto, a IA também pode representar a precarização dos direitos básicos e o aumento da vulnerabilidade do trabalhador, afetando inclusive sua saúde mental em decorrência do monitoramento excessivo e da pressão por produtividade, muitas vezes denominada "avaliação de desempenho".

A troca de experiências e o intercâmbio de informações se mostraram muito produtivos, principalmente diante da frequente e iminente reforma administrativa que tramita perante o Congresso Nacional brasileiro.

Os sindicatos precisam aprofundar os debates sobre o tema a fim de evitar que a sedução inicialmente causada pela evolução tecnológica não venha a comprometer um bem maior: a manutenção dos direitos e postos de trabalho, seja na iniciativa privada, seja no serviço público.


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